O fim do impresso e a desmaterialização das coisas
Comentário postado por mim na revista Época, numa matéria sobre o fim dos jornais impresso:
"Quantas páginas vc lê do jornal que compra ou assina? Quantas compras vc fez recentemente influenciado por anúncios de jornal? Por outro lado, quanto tempo até chegarmos a um veículo digital com a portabilidade e o preço do papel? E há outro fator pouco explorado: a, chamemos assim, "inércia etária" ou "inércia das gerações": quem manda de fato ainda pertence ao "tempo do impresso" - e resiste.
Some tudo isso, bata bem, e responda: quant tempo até não haver mais impressos? Dez anos? Quinze?
Imagine um Kindle do tamanho de um livro, mas dobravel e que seja também celular... Ah! E ainda nem começamos a trabalhar com a idéia de "imaterialidade" definitiva: quanto tempo mais até que o jornal seja um "holograma de alta densidade" projetado de um... anel no meu dedo? Demais pra vc?"
"Quantas páginas vc lê do jornal que compra ou assina? Quantas compras vc fez recentemente influenciado por anúncios de jornal? Por outro lado, quanto tempo até chegarmos a um veículo digital com a portabilidade e o preço do papel? E há outro fator pouco explorado: a, chamemos assim, "inércia etária" ou "inércia das gerações": quem manda de fato ainda pertence ao "tempo do impresso" - e resiste.
Some tudo isso, bata bem, e responda: quant tempo até não haver mais impressos? Dez anos? Quinze?
Imagine um Kindle do tamanho de um livro, mas dobravel e que seja também celular... Ah! E ainda nem começamos a trabalhar com a idéia de "imaterialidade" definitiva: quanto tempo mais até que o jornal seja um "holograma de alta densidade" projetado de um... anel no meu dedo? Demais pra vc?"
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